Violência contra a mulher: principais canais de denúncia

Infelizmente, ainda precisamos falar sobre a violência contra a mulher. Essa é uma luta diária e que deve ser reforçada, pois é inadmissível que tais fatos ainda ocorram.



O que é a violência contra a mulher?

A violência contra a mulher consiste em qualquer comportamento ofensivo, vexatório ou que cause sofrimento psicológico. Essa opressão pode ser exercida de diversas formas, através de várias situações: um xingamento, uma cena de ciúme exagerada, um empurrão e até mesmo uma tentativa de homicídio.

Sabe aquele tipo de namorado que não deixa a companheira sair na rua com uma blusa decotada? Esse comportamento pode significar o início de uma violência psicológica. Isso porque os atos que impedem a liberdade da mulher podem ser o início da violência psicológica. Fique atenta a esses comportamentos e a essas questões mais sutis!

Como denunciar a violência contra a mulher?

A denúncia de violência contra a mulher pode ser feita em qualquer delegacia, com o registro de B.O. (Boletim de Ocorrência), ou pela Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180), um serviço da Secretaria de Políticas para as Mulheres.

Pelo Disque 180, a mulher recebe apoio e orientações sobre os próximos passos para resolver o seu problema. A denúncia é distribuída para uma entidade local, como a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM) e a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), o que muda de um estado para o outro.

A rede de proteção dos direitos da mulher é composta por um sistema integrado formado por organizações sociais e órgãos públicos como a Defensoria Pública e o Ministério Público. Quando não houver uma delegacia especializada para esse atendimento na região do fato ocorrido, a vítima pode procurar uma delegacia comum, onde deverá receber prioridade no atendimento.

Se a vítima de violência contra a mulher estiver no momento de flagrante da ameaça ou agressão, a vítima pode ligar para o 190 ou dirigir-se a uma UBS (Unidade Básica de Saúde), onde há orientação para encaminhar a vítima para as entidades competentes.

As prefeituras também oferecem centros de atendimento, que acolhem mulheres que tenham vivido situações de violência. A título exemplificativo, em São Paulo os Centros de Atendimento para Mulheres Vítimas de Violência contam com 11 unidades, que oferecem apoio social, jurídico e psicológico sem precisar de boletim de ocorrência.

Outras iniciativas

Para proteger e ajudar ainda mais as mulheres a entenderem quais são os seus direitos, em 2014 a Secretaria lançou um aplicativo para celular (Clique 180), que traz inúmeras informações importantes, como tópicos sobre a Lei Maria da Penha.

Por fim, conheça a iniciativa do Chega de Fiu Fiu. Essa é uma campanha criada para lutar contra o assédio sexual em locais públicos, mas que está aberta para lutar contra outros tipos de violência contra a mulher.

Informe-se sobre o assunto e sempre denuncie a violência contra a mulher!

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